Foi lançado o Subversion 1.5.0-rc7. As correções dessa versão candidata (que promete ser a última) são mínimas e relacionadas com documentação do código e pequenos bugs. Se nenhum bug sério aparecer, a versão 1.5.0 final deverá ser lançada em 10 dias.
O termo “release candidate” significa que os desenvolvedores do Subversion acreditam que esta release está estável e pronta para uso em produção, de modo que encorajam que todos a testem. A Collabnet disponibiliza os binários para algumas plataformas para os testes.
Está para ser lançada a tão aguardada versão 1.5 do Subversion. Embora haja várias melhorias, a mais importante é sem dúvida o novo rastreamento automático de merges, que permitirá operações mais fáceis e seguras de merge.
Para contextualizar quem usa o controle de versão só para fazer commit e update, a operação de merge é fundamental em projetos que possuem ramos e é usada, por exemplo, quando uma correção é feita em um ramo e é necessário reaplicar essa correção em outros ramos. É a operação mais complexa do controle de versão e que automatiza um processo que seria inviável se tivesse que ser feito manualmente.
O Subversion sempre forneceu a operação de merge. O problema é que o rastreamento precisava ser feito manualmente, registrando os parâmetros usados no merge na mensagem de log para saber depois que houve uma operação de merge feita. Caso esse registro manual não fosse feito, corria-se o risco de se fazer novamente o merge ou simplesmente perder a informação de onde vieram determinadas mudanças.
A versão 1.5 do Subversion muda a situação: o rastreamento automático de merge significa que o Subversion manterá o registro de todas as mudanças feitas através do merge e onde foram feitas. Isso reduzirá consideravelmente todo o trabalho de manter ramos no projeto, ficando mais fácil saber quais as mudanças que já foram ou não mescladas e em quais linhas de desenvolvimento.
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